Quando o geriatra Michael Ramscar se refere à fragilidade senior como uma mais valia intelectual pois segundo o mesmo existe uma saturação cerebral pelo acumulado de "material" adquirido ao longo da vivência dos indivíduos, tal não será mais do que um eufemismo para se fazer acreditar e aos outros da naturalidade do estado. De facto os idosos possuem, geralmente, uma bagagem jntelectual adquirida ao longo da vida à qual se junta a parte empírica. Daqui se inferir que não se pode dissociar a ideia que os fenómenos psíquicos têm uma interferência nos fisiológicos, então estes dois elementos manifestam-se em conformidade mas sempre em simultâneo. Certo é que o desaceleramento do poder cognitivo depende de vários factores ( linguagem, profissão, meio social formação, época, educação etc- não esquecendo a força de vontade do individuo que é um apreciado elan vital-.) mas é inegável que observando-se a partir de certa altura o "desgaste" ou morte das células cerebrais se consiga manter com bom poder de resposta fenómenos psíquicos vitais como a memória aliada à associação de ideias. O cérebro , sistema nervoso e a memoria sobretudo a fixação-conservação comandam e condicionam a conduta humana e mesmo que permaneçam quase intocáveis se se verificarem deficiências orgânicas a atenção incidirá sobre os objetos mas com pequena intensidade ,a distração instala-se levando à dispersão mental .Com uma boa fixação-conservação os fenómenos permanecem armazenados em células cerebrais embora a capacidade de fixar e conservar dependa das condições fisiológicas variáveis de individuo para individuo e pressupõe um boa maturação dos centros nervosos e a boa conservação da sua plasticidade. Esta é a razão de deficiência da memoria na ultima idade pois finas lesões de desintegração podem comprometer a continuidade das conexões nervosa; outra condição é o sangue que não alimenta convenientemente as celulas. Do exposto se conclui que andando o físico ligado ao intelectual é inevitável o desgaste e o abandono de algumas potencialidades vitais na tão proclamada 3ª idade. Há para além disto a força anímica da pessoa em questão que, também, dependendo muito do próprio tentará por seus meios impedir certos "desacatos". Mas isto, ou não se tratasse de fenómenos psíquicos é muito, mas muito subjetivo, controverso e complexo. Cada vez mais as pessoas envidam os seus esforços para "impedir" até onde for possível a sua decrepitude física e mental. Bem haja e que o consigam.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
CADUCIDADE MENTAL DA TERCEIRA IDADE
Quando o geriatra Michael Ramscar se refere à fragilidade senior como uma mais valia intelectual pois segundo o mesmo existe uma saturação cerebral pelo acumulado de "material" adquirido ao longo da vivência dos indivíduos, tal não será mais do que um eufemismo para se fazer acreditar e aos outros da naturalidade do estado. De facto os idosos possuem, geralmente, uma bagagem jntelectual adquirida ao longo da vida à qual se junta a parte empírica. Daqui se inferir que não se pode dissociar a ideia que os fenómenos psíquicos têm uma interferência nos fisiológicos, então estes dois elementos manifestam-se em conformidade mas sempre em simultâneo. Certo é que o desaceleramento do poder cognitivo depende de vários factores ( linguagem, profissão, meio social formação, época, educação etc- não esquecendo a força de vontade do individuo que é um apreciado elan vital-.) mas é inegável que observando-se a partir de certa altura o "desgaste" ou morte das células cerebrais se consiga manter com bom poder de resposta fenómenos psíquicos vitais como a memória aliada à associação de ideias. O cérebro , sistema nervoso e a memoria sobretudo a fixação-conservação comandam e condicionam a conduta humana e mesmo que permaneçam quase intocáveis se se verificarem deficiências orgânicas a atenção incidirá sobre os objetos mas com pequena intensidade ,a distração instala-se levando à dispersão mental .Com uma boa fixação-conservação os fenómenos permanecem armazenados em células cerebrais embora a capacidade de fixar e conservar dependa das condições fisiológicas variáveis de individuo para individuo e pressupõe um boa maturação dos centros nervosos e a boa conservação da sua plasticidade. Esta é a razão de deficiência da memoria na ultima idade pois finas lesões de desintegração podem comprometer a continuidade das conexões nervosa; outra condição é o sangue que não alimenta convenientemente as celulas. Do exposto se conclui que andando o físico ligado ao intelectual é inevitável o desgaste e o abandono de algumas potencialidades vitais na tão proclamada 3ª idade. Há para além disto a força anímica da pessoa em questão que, também, dependendo muito do próprio tentará por seus meios impedir certos "desacatos". Mas isto, ou não se tratasse de fenómenos psíquicos é muito, mas muito subjetivo, controverso e complexo. Cada vez mais as pessoas envidam os seus esforços para "impedir" até onde for possível a sua decrepitude física e mental. Bem haja e que o consigam.
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A imagem está super apelativa, gosto muito.
ResponderEliminarO meu comentário é simples, as pessoas querem a todo o custo ficar jovens eternamente, mas isso é impossível pois a Natureza é soberana e implacável
Sempre simpática nos teus comentários; penso que esta imagem fica melhor- bjs
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